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quarta-feira, 13 de maio de 2015

VIDEO : Raid'oVento "REVISITED" # II

Conforme prometido, aqui fica o vídeo da passeata/treino de sábado, dia 09 de Maio.
Esta posta vem com uns diazitos de atraso porque, sinceramente, resta-me sempre muito pouca paciência para computadores depois de oito horas de trabalho. Se trabalhasse noutra área, talvez. Agora tendo que gramar com eles todo o santo dia... Haja pachorra.
Mas arranja-se sempre uns minutos para o que se gosta, não é verdade?

Pois bem, não vos roubo mais tempo. Aqui fica!
Mas espero siceramente que gostem!

Atenção, aviso desde já que o vídeo contém linguagem obscena para os ouvidos mais sencíveis. Viewer discretion is advized!

A banda sonora também é boa. Faz parte da tal nova Playlist.




A crónica muito curtinha da manhã pode ser lida no post anterior.

Vemo-nos por aí.

Abraçorros!

sábado, 9 de maio de 2015

Raid'oVento "REVISITED" # II

O mesmo passeio de sábado passado. Mais ou menos sem tirar nem pôr.
Com a diferença que fui filmando a passeata. Deram algumas imagens engraçadas que já fui cuscar ao cartão de memória. Mas só depois de escrever esta mini-posta é que me lançarei no desafio de as montar num pequeninio vídeo.
Mas no resumo, mais do mesmo! Cumpridos em 4H38, mas com muito mais paragens, mas também com mais acumulado devido ao que corri para trás e para a frente, a colocar a camara. Por isso penso que não está mal. E muitas paragens, pelo menos a mim, tendem a partir-me as pernas aos bocadinhos e hoje não foi excepção.

Mas muita conversa para não dizer nada. Esperem pelo video que não demora, espero.
Até porque estou cansadito - isto de ir passear o cão à tarde cansa(!) - e amanhã haverá mais, mas do outro lado do rio com os suspeitos do costume.
Espera-se um ritmo soft para limpar o ácido láctico dos canivetes, ou então não e levo novamente com a marreta. 

Aposto na primeira!

O track GPS irá ser colocado na pasta "Tracks GPS".

Por lapso referi na posta anterior que já lá estava, mas enganei-vos. Ainda tenho que o limpar e depois é que vai para a sua morada na web...

Vemo-nos por aí,


Abraçorros.

Frederico Nunes "Froids"
@2015

sábado, 2 de maio de 2015

Raid'oVento "REVISITED" # I

Por trilhos do meu quintal. De Porto Salvo a Sintra, ida e volta, novamente!

Quando acordei no Sábado seguinte ao dia do Trabalhador, tinha ainda na memória o "Raid'oVento".
Passeio por mim preparado para os meus amigos Santamaltenses, onde o empeno foi proporcional à ventania e sobre o qual já escrevi umas linhas há uns dias atrás;

Na realidade, ao deitar o olho ao panorama sobre a serra, assim que acordei, deu para adivinhar uma jornada bem mais tranquila e foi por isso com bons ânimos que, depois da missa matinal, fechei o portão da garagem e me fiz ao caminho que tinha pela frente.


O objectivo era treinar. E a moral estava para isso mesmo!
Posto isto, a escolha recaiu obrigatoriamente sobre o percurso do Raid "Raid'oVento". Um percurso com uma boa distância, um acumulado jeitoso, que conheço bem, e que tem a particularidade de me obrigar a alguma disciplina mental para não atalhar as rampas mais duras e evitar as subidas do final. Estes 70kms, cumprem uma boa passeata e são uma excelente base para medir progressos aqui do artista pedalante, no que toca aos treinos e seus resultados.

Desta feita, percorri a distância em 4H30 de pedal. Certas! Na totalidade demorei mais uma hora e dois minutos. As minhas paragens quando sozinho são sempre mais demoradas, tenho que confessar. São as fotos, é comer, é o cigui... Enfim...
Mas como o que me interessa é o tempo de pedal, ficou fácil para contrastar com o próximo sábado. E sendo que não efectuei nenhuma paragem por cansaço e apeei apenas no final da rampa acimentada de acesso à VOR, posso considerar que já noto nas pernas e condição a melhoria que procurava atravás do meu planito de treino.
Este dia foi um bom exemplo disso. Um percurso digno de uma maratona, com um total de subidas que supera os 1500m em 4 horas e meia é para mim um verdadeiro "achievement" conseguindo as tais médias na casa dos 16km/H...

Mas vamos por partes;
Arranquei de casa eram 08H00 rumo ao Mercado de Porto Salvo, onde teóricamente se inicia este Raid. Nem paro. Meto o GPS a zeros e sigo para a frente a todo o gás. Literalmente! Sentia-me bem e com força.
A segunda paragem, e uma das mais demoradas, faço-a sempre na Lagoa Azul. Desta vez não foi excepção. Chegar aqui cedinho a um Sábado dá direito a bilhete na primeira fila para assistir aos patos a lavarem os dentes, bico e penas, e ao concerto que a Mãe Natureza dá, quando ainda não há poluição sonora de outra espécie. Resumido, um festim para alma e sentidos.







Ah, mas ía-me esquecendo da paragem para o café matinal;
A primeira paragem do dia. E essa foi no mesmo café em Talaíde onde parei com a malta na volta anterior, e onde me vi olhado de cima por um individuo pequenino, inclusive na cabeça, que conheço embora ele não me conheça a mim, e que por ser dono de uma loja de bicicletas, deveria ter outro comportamento. Eu pelo menos acho falta de respeito toda a atitude de desdém, mas pronto, sou eu.

Agora, se me querem tirar a pinta, ao menos que me queiram comer! Tirar-me a pinta pelo que eu levo vestido ou piloto, é foleiro. Teve azar - depois de uma mirada mais atenta enquanto eu tragava o café cheio - que vestido eu, levava Assos da cabeça aos pés e pilotar, piloto uma bike de Ti que ele talvez gostasse de ter... 
Temos pena. Ou não! Aliás, fui uma vez em tempos à loja deste companheiro e não mais lá voltei, mesmo sendo quase à porta de casa. Afinal talvez não estivesse assim tão enganado.

Deverei no entanto voltar ao estaminé - à Taberna, entenda-se. 

Porque o senhor dono do mesmo é simpático, e por ser o único sítio aberto àquela hora... Mas isso não pesa na equação. Ou pesa menos(!)

Desde a Lagoa Azul até aos Capuchos é um tirinho, mas que consome alguma energia. Por isso voltei a parar na entrada para o que era o antigo "Single Maravilha" para papar mais uma banana e fumar o primeiro cigui da manhã. E que bem que me souberam ambos eheheheh



Os trilhos nesta zona estão todos destruídos pelos madeireiros, pelo que é seguir como se pode por entre detritos de ramos velhos, grandes, pequenos, arbustos e etc... Muitos etcs.
A determinada altura vejo um companheiro parado no meio do caminho. Na frente dele tinha uma enorme poça de lama que ocupava todo o trilho de duplo rodado e mais além. No meio dessa poça, vários ramos de vários tamanhos, arbustos e mais etcs. E ele estava parado, com a bicicleta no meio das pernas, a olhar para a lama como se estivesse a olhar a TV. Não sei se estava à procura de melhor caminho, ou na esperança de encontrar algum sitiozinho sem lama, não sei. Só sei que estava parado no meio do caminho. Eu cheguei, abrandei, apontei para a zona numa das bermas que me parecia mais seca e segui caminho, preparado para aquele enterranço ou da roda da frente ou da traseira. Não havia outra forma, mas afinal a crosta superficial nem partiu, sendo que nem sequer sujei as rodas. O rapaz seguiu pelo mesmo sitio que eu aposto, mas nem olhei para trás para confirmar (!)

Num ápice chego aos Capuchos e assim que o Convento fica para trás, começo imediatamente a desesperar com a ideia da subida aos Tholos do Monge. "Kaputa" de subida e mesmo sabendo que não a terei que fazer completa, tenho apenas que subir o troço mais duro e empinado, o inicial, e aquele que eu detesto.

Grrrrr Porque raio meti eu esta rampa no meio do track?
Pois, não sei...
Pergunto-me o mesmo sempre que estou de frente para ela (!).

Deste vez não desci da Peninha pelos singletracks mais técnicos. Andava outro género de madeireiros nessa encosta da serra. Desci pelo estradão e contornei parte da vertente Sul para começar a descer depois pelo lado da Pedra Amarela.



Sigo por alguns trilhos técnicos e outros mais fluidos na última parte da descida até à Barragem do Rio de Mula e num instante estou a deixar para trás os terrenos da Quinta do Pisão e que tenho que ultrapassar para chegar aos lados da Atrozela.



Da zona do Autódromo Fernanda Pires da Silva – que nome ridiculo...
Da zona do Autódromo do Estoril – bem melhor - restam poucas dificuldades, mas restam algumas. Nomeadamente a subida ao monte da VOR de Cascais e respectiva descida para Barrunchal. E foi precisamente num café deste lugar, Barrunchal, que fiz a mais demorada paragem. Estava cansado e desabafei-o à rapariga gira que me serviu mais um café.

Passava do meio-dia e eu parado a beber café, a meia dúzia de quilómetros de casa. Era sinónimo de entalão, mas ninguém ali desconfiou, além da rapariga gira.

A páginas tantas perguntei a um senhor que tinha vindo à porta – eu estava na esplanade – se ali passavam taxis. 

Não riu, não sorriu, só disse que se eu chamasse, que sim, não tinha porque não passar. 
Não me percebeu a ironia e eu tentei explicar. 
Ficámos na mesma. Não riu, não sorriu, desta vez nem nada disse.


Mas eu ri-me. Sozinho (!) E depois saquei a Selfie abaixo...



Esta cena aconteceu tipo 15 minutos depois de eu já ter acabado o café, cigui e ter muito pouca vontade de me mexer dali para fora! Tinha que me rir! Tinha que ir até casa ainda e não seria de Taxi. Mas estava cansadito e a apetecer-me um banhinho. Conforto portanto era o que eu precisava e não de mais uns quantos quilómetros que eu ainda por cima sabia ruins. 






Mas lá teve que ser e, afinal, a descida para a Lage e consequente subida pelos passadiços do Lagoas Park, subida aos antigos Moinhos de Vento do Bairro Auto-Construção e mais 500m de singletracks até ao Mercado de Porto Salvo foram super tranquilos de se fazer, com as perninhas a terem ainda Watts para debitar. Não muitos é verdade, mas os suficientes para manter bom ritmo!


De resumo, um treino porreiro, onde estreei uma nova Playlist no mp3 e em que curti à brava!

Os trilhos, as sensações, a música nova... Uma grande manhã de BTT que só teve um senão; Desde que substitui o meu antigo espigão de selim com recuo pelo Thomson que ainda não voltei a ficar perfeitamente confortável na bike. No final da volta voltou a doer-me a zona lombar. Teria mesmo que efectuar as alterações que já tinha em mente, mas que andava a adiar...
No domingo seguinte houve mais, mas com a Santa Malta no Quintal deles. E já com as tais alterações na bike concluídas.

Mais meia centena de quilómetros, com um ritmo mais endiabrado que o habitual e a relembrar um pouco o de outros tempos... Mas isso é crónica para outra posta!

Até lá,

Vemo-nos por aí!

EDIT: O track está na pasta "Tracks GPS"

Abraçorros,
Frederico Nunes "Froids"
@2015

domingo, 29 de março de 2015

Raid BTT "Porto Salvo – Sintra – Porto Salvo"


Raid BTT "Raid'o Vento"
A crónica.

Quatro amigos sairam do local combinado à hora exacta; Eu, o Tuca, o Swoop e o Queimado.
Devido ao forte vento que já se fazia sentir naquela hora matutina, optámos por efectuar algumas alterações ao percurso proposto, evitando desta forma, pedalar com vento frontal nos primeiros e últimos quilómetros desta aventura.

Com pouco mais de 5kms percorridos, num dos primeiros e mais traiçoeiros singletracks do dia, o Tuca deixa escorregar a frente da sua menina para as profundezas de um rego escondido no meio dos pequenos tufos de erva e em menos de nada brinda o solo com o carimbo do seu jersey!

Honra manchada e bicha do cabo de mudanças partida como resultado. O Queimado que seguia na roda do nosso amigo teve o previlégio de ver a cena em primeira mão. Diz que foi aparatosa!

Parámos para a toma do café da manhã ainda antes da queda do Tuca, em Talaíde, numa espécie de taberna, e que era o único que se encontrava aberto.
Sem mais dificuldades além das proporcionadas pelo forte vento, fomos andando bem até entrarmos na Serra pela Quinta da Beloura, em direcção à Lagoa Azul, onde efectuamos a primeira paragem para petiscar qualquer coisa e dar uma vista de olhos no sistema de mudanças da bicicleta do Tuca que se viu afectado com a queda anterior. Desde aí até final, o nosso companheiro teve que lidar com umas mudanças saltitonas e teimosas.
Aqui soube também que o Swoop vinha mais leve, com menos um raio na roda traseira (!)
WHAT?!?

70Kms de caminhos, dos quais a grande maioria deles seria em trilhos pedregosos e técnicos, duros e exigentes para o material. Seria uma sorte qualquer roda com menos um raio e já empenada resistir ás inclemências a que iria ser sujeita. Mas sobreviveu e o Bruno conseguiu chegar aos carros ainda a rolar, mas num estado que nem vos conto. Só para terem uma ideia, ainda a largos quilómetros do final o Swoop já tinha deixado de poder meter força em cada pedalada, obrigando o rapaz a uma cadência leve, tão diferente daquela que o homem gosta!
Os barulhos provenientes da traseira da bike do "Snoopy" faziam lembrar o chincalhar das pulseiras das ciganas.
O Queimado esse, seguiu sempre forte! Com a sua 29 trepou tudo o que havia para trepar, normalmente sempre na frente do nosso grupinho, a puxar e a guiar a malta com o seu GPS. Ou então não guiou ninguém, mas foi de certeza o que fez mais quilómetros, já que nunca acertou num desvio :)

Fizemos alguns atalhos pontuais na zona do alto da Serra devido a alguns caminhos cortados ou danificados e dei a conhecer aos meus amigos outros novos. Fomos abastecer de água e comer mais qualquer coisa aos Capuchos, onde chegámos por mais uns trilhos novos e outros já conhecidos mas em sentido descendente que é sempre melhor; Na Peninha descemos para um singletrack novo e brutal, onde achei sinceramente que o Bruno iria perder a roda traseira. Desde a Peninha que o sentido do percurso era descendente, mas também o vento alterou um pouco a direcção e ao invés de soprar nas nossas costas, soprava um pouco de lado, não ajudando o desejado na progressão do grupo, a esta altura já mais lenta e cansada.

Mais uns trilhos muito bons durante toda a descida e mais uma queda do Tuca.
A determinada altura, o singletrack onde circulávamos tinha umas acácias partidas e penduradas no meio do trilho. Eu passei bem; o Tuca vinha a uns cinco ou sete metros de mim. Desço cerca de cem metros e olho para trás. O nosso companheiro já não vinha lá e percebi imediatamente que teria passado algo. O trilho era estreito, inclinado, falso e técnico. Propenso a um deslize, a uma queda. A acácia não deixou o Tuca passar, agarrou-lhe o guiador e jogou o rapaz ao tapete. Esta queda, não deixando marcas no material, deixou-as na pele do nosso amigo!
A roda do Swoop continuava a resistir às maluqueiras, às pedras e às ráizes dos muitos trilhos e singles por onde continuávamos a descer.
O Queimado, forte, inabalável e imparável.
Eu começava a acusar cansaço e alguma menor reacção nos reflexo, acabando por sofrer um "susto", ao falhar uma trajectória numa zona bastante pedregosa. Por acaso tive alguma reação de abortar a tentativa de corrigir a frente e optei por saltar por cima do guiador da bicicleta e aterrar de pé, no meio das silvas e arbustos, sem um arranhão.

Daqui até ao final fomos alterando o track para fugir um pouco das subidas mais fortes e evitar o final a pedal com vento de frente; Caminhos mais simples e menos exigentes foram de bom grado de todos. O cansaço mostrava-se evidente, mas era o material das bikes do Tuca e Swoop que mais se queixava.

Terminámos a descer a gosto de todos, e acabámos a comemorar a façanha no Pandinha, com umas cervejas e um breve descanso!
A malta estava cansada, eu estava e conseguia ver o mesmo na cara dos meus companheiros, mas afinal sempre tinhamos acabado de cumprir 70kms certinhos de duros e exigentes caminhos, com um desnível total de acumulado positivo de cerca de 1500 metros. Tendo saído às 08H15, chegámos ao final às 14H15, com uma velocidade média de andamento de 13.8km/h, bem longe portanto do "entre os 15 e os 17"!

Aos meus companheiros de "Raid", um grande obrigado pela companhia, é sempre um prazer pedalar com vocês, meus amigos!
Espero que tenham gostado, e que por esta altura o empeno já tenha passado!

O vídeo resultante da aventura...


O percurso em formato *.gpx encontra-se disponível na pasta "Tracks GPS".

Abraçorros
Frederico Nunes "Froids"

sábado, 11 de agosto de 2012

Porto Salvo em SS

Hoje de manhã foi dia de passeio em modo "ssolitário"...
Tinha combinado com a minha cara-metade irmos para Sintra, bem cedinho, para mais uma sessão de treino, mas a Marta acordou cheia de dores no corpo e com muito pouca vontade de "ir levar porrada".

Assim sendo, e como estava a pé desde as 06h50 e com o material já quase todo pronto, decidi arrancar para um pequeno passeio pelos trilhos aqui da minha zona. Claro está que levei a minha mais recente companheira, para lhe dar a conhecer os trilhos deste meu quintal mas também para a testar em condições normais.

Já tinha saudades de andar "solo", por trilhos fáceis, a rolar rápido ao som da música que bomba eléctrica e pujante do pequenino leitor.
A Marta ficava em casa a dormir o que não tinha conseguido dormir de noite e isso deixou-me tranquilo e focado na passeata. Deu, inclusivamente, para conhecer mais uns trilhos novos e uns quantos becos sem saída (!).

Deixo-vos com umas quantas fotos que fui tirando ao longo do pequeno passeio de pouco menos de duas horas.

De passagem pela Quinta da Fonte...
O percurso foi de descoberta. Não levava nada pensado quando sai de casa, mas ainda assim rumei, quase automáticamente, aos passadiços e lagos da Quinta da Fonte. Após estes, os tradicionais estradões que me levaram a passar por cima da estrada que vem do Cacém, até chegar a Vila Fria.

De passagem pela Quinta da Fonte...
Depois de largar o alcatrão, que fiz imediatamente antes da Quinta de S. Lourenço, segui um estradão que já sabia não ter grandes saídas, mas queria ver se havia algum trilho ou single track que não tivesse visto da primeira vez que por ali andei.
E afinal havia realmente um pequeno caminho de pé posto que me leva a contornar todo o cabeço, para ir sair na mesma estrada de onde vinha, apenas 50 metros mais à frente e ainda por cima, depois de ter que subir uma longa e cansativa rampa.
Estava finalmente em Vila Fria e tinha conhecido mais um caminho novo!

A chegar a Vila Fria, descobrindo novos caminhos...
Nesta pequena vila, contornei as ruelas até ficar ao pé da Igreja, e rodando esta pela esquerda chego ao pequeno largo. Sigo pela estrada asfaltada e faço mais uns trilhos já conhecidos, mas a certo ponto escolho um novo caminho para me levar até ao marco geodésico de S. Miguel. Uma dura e pedregosa rampa, resvaladiça, acabou por me obrigar a apear.

De passagem pelas imediações do Campo de Golfe de São Marcos...
Após a conquista do pequeno marco, sigo para o lado de São Marcos, paralelo ao Campo de Golfe que teimaram em construir na zona. Passo por mais uns trilhos novos e chego finalmente á rotunda da Microsoft. Subo pelo asfalto até ao topo da grande subida apenas para descer um pequeno trilho de gravilha que tinha visto do outro lado do vale.

Continuo direito a Leião e pelos caminhos que me levam a Academia do Cão.
Faço uma pausa no Mercado de Porto Salvo para um cafézinho que já me vinha a apetecer há um bocado.

Trilhos técnicos no alto de Leião...
Paragem para cafézinho no Mercado de Porto Salvo...
Depois desta paragem, resolvi ir fazer os singles na zona dos antigos moinhos do Bairro Auto Construção. Estão um bocadinho fechados devido à falta de uso, mas lá passei, mas assim já não estão tão divertidos de se fazer, ainda para mais no sentido em que vinha. A subir, claro!

Single tracks na descida para o Casal da Choca...
Vista desde o trilho que vinha a subir, na direcção dos antigos moinhos do Bairro Auto Construção...
Este pequeno single track serviu de palco para umas fotos à SSMachine, agora sim, naquele que será o seu ambiente natural, o mato.

A SSMachine a posar para a foto no Single dos Moinhos...
A SSMachine a posar para a foto no Single dos Moinhos...
No final do Single dos Moinhos entro novamente no asfalto e uns escassos metros depois, após mais uma descida e consequente subida, estou à porta de casa.

O passeio prestes a terminar mas com umas recompensadoras vistas sobre Sintra...
Foi um passeio pequenino, mas correu de maravilha e serviu para provar a fundo a "nova" Amarelinha. A bike passou nos testes com nota máxima e eu sempre pedalei uma horita e meia com vontade e sempre suei um bocado.
A Marta acordou bem depois de eu ter chegado, mais recuperada e bem disposta. Nem deu pela minha falta (!)

A galeria completa de fotos pode ser vista a partir deste atalho.
O track GPS pode ser descarregado a partir deste link, ou a partir do repositório comum aqui do blog, a pasta de Tracks GPS.