Conforme prometido, aqui fica o vídeo da passeata/treino de sábado, dia 09 de Maio.
Esta posta vem com uns diazitos de atraso porque, sinceramente, resta-me sempre muito pouca paciência para computadores depois de oito horas de trabalho. Se trabalhasse noutra área, talvez. Agora tendo que gramar com eles todo o santo dia... Haja pachorra.
Mas arranja-se sempre uns minutos para o que se gosta, não é verdade?
Pois bem, não vos roubo mais tempo. Aqui fica!
Mas espero siceramente que gostem!
Atenção, aviso desde já que o vídeo contém linguagem obscena para os ouvidos mais sencíveis. Viewer discretion is advized!
A banda sonora também é boa. Faz parte da tal nova Playlist.
A crónica muito curtinha da manhã pode ser lida no post anterior.
Vemo-nos por aí.
Abraçorros!
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quarta-feira, 13 de maio de 2015
sábado, 9 de maio de 2015
Raid'oVento "REVISITED" # II
O mesmo passeio de sábado passado. Mais ou menos sem tirar nem pôr.
Com a diferença que fui filmando a passeata. Deram algumas imagens engraçadas que já fui cuscar ao cartão de memória. Mas só depois de escrever esta mini-posta é que me lançarei no desafio de as montar num pequeninio vídeo.
Mas no resumo, mais do mesmo! Cumpridos em 4H38, mas com muito mais paragens, mas também com mais acumulado devido ao que corri para trás e para a frente, a colocar a camara. Por isso penso que não está mal. E muitas paragens, pelo menos a mim, tendem a partir-me as pernas aos bocadinhos e hoje não foi excepção.
Mas muita conversa para não dizer nada. Esperem pelo video que não demora, espero.
Até porque estou cansadito - isto de ir passear o cão à tarde cansa(!) - e amanhã haverá mais, mas do outro lado do rio com os suspeitos do costume.
Espera-se um ritmo soft para limpar o ácido láctico dos canivetes, ou então não e levo novamente com a marreta.
Aposto na primeira!
O track GPS irá ser colocado na pasta "Tracks GPS".
Por lapso referi na posta anterior que já lá estava, mas enganei-vos. Ainda tenho que o limpar e depois é que vai para a sua morada na web...
Vemo-nos por aí,
Abraçorros.
Frederico Nunes "Froids"
@2015
Com a diferença que fui filmando a passeata. Deram algumas imagens engraçadas que já fui cuscar ao cartão de memória. Mas só depois de escrever esta mini-posta é que me lançarei no desafio de as montar num pequeninio vídeo.
Mas no resumo, mais do mesmo! Cumpridos em 4H38, mas com muito mais paragens, mas também com mais acumulado devido ao que corri para trás e para a frente, a colocar a camara. Por isso penso que não está mal. E muitas paragens, pelo menos a mim, tendem a partir-me as pernas aos bocadinhos e hoje não foi excepção.
Mas muita conversa para não dizer nada. Esperem pelo video que não demora, espero.
Até porque estou cansadito - isto de ir passear o cão à tarde cansa(!) - e amanhã haverá mais, mas do outro lado do rio com os suspeitos do costume.
Espera-se um ritmo soft para limpar o ácido láctico dos canivetes, ou então não e levo novamente com a marreta.
Aposto na primeira!
O track GPS irá ser colocado na pasta "Tracks GPS".
Por lapso referi na posta anterior que já lá estava, mas enganei-vos. Ainda tenho que o limpar e depois é que vai para a sua morada na web...
Vemo-nos por aí,
Abraçorros.
Frederico Nunes "Froids"
@2015
sábado, 2 de maio de 2015
Raid'oVento "REVISITED" # I
Por
trilhos do meu quintal. De Porto Salvo a Sintra, ida e volta,
novamente!
Passeio
por mim preparado para os meus amigos Santamaltenses, onde o empeno
foi proporcional à ventania e sobre o qual já escrevi umas linhas há uns dias atrás;
Na
realidade, ao deitar o olho ao panorama sobre a serra, assim que
acordei, deu para adivinhar uma jornada bem mais tranquila e foi por
isso com bons ânimos que, depois da missa matinal, fechei o portão
da garagem e me fiz ao caminho que tinha pela frente.
O objectivo era treinar. E a moral estava para isso mesmo!
Posto
isto, a escolha recaiu obrigatoriamente sobre o percurso do Raid
"Raid'oVento". Um percurso com uma boa distância, um
acumulado jeitoso, que conheço bem, e que tem a particularidade de
me obrigar a alguma disciplina mental para não atalhar as rampas
mais duras e evitar as subidas do final. Estes 70kms, cumprem uma boa
passeata e são uma excelente base para medir progressos aqui do
artista pedalante, no que toca aos treinos e seus resultados.
Desta
feita, percorri a distância em 4H30 de pedal. Certas!
Na totalidade demorei mais uma hora e dois minutos. As minhas
paragens quando sozinho são sempre mais demoradas, tenho que
confessar. São as fotos, é comer, é o cigui... Enfim...
Mas
como o que me interessa é o tempo de pedal, ficou fácil para
contrastar com o próximo sábado. E sendo que não efectuei nenhuma
paragem por cansaço e apeei apenas no final da rampa acimentada de
acesso à VOR, posso considerar que já noto nas pernas e condição
a melhoria que procurava atravás do meu planito de treino.
Este
dia foi um bom exemplo disso. Um percurso digno de uma maratona, com
um total de subidas que supera os 1500m em 4 horas e meia é para mim
um verdadeiro "achievement" conseguindo as tais médias na
casa dos 16km/H...
Mas
vamos por partes;
Arranquei
de casa eram 08H00 rumo ao Mercado de Porto Salvo, onde teóricamente
se inicia este Raid. Nem paro. Meto o GPS a zeros e sigo para a
frente a todo o gás. Literalmente! Sentia-me bem e com força.
A
segunda paragem, e uma das mais demoradas, faço-a sempre na Lagoa
Azul. Desta vez não foi excepção. Chegar aqui cedinho a um Sábado
dá direito a bilhete na primeira fila para assistir aos patos a
lavarem os dentes, bico e penas, e ao concerto que a Mãe Natureza
dá, quando ainda não há poluição sonora de outra espécie.
Resumido, um festim para alma e sentidos.
Ah, mas ía-me esquecendo da paragem para o café matinal;
A
primeira paragem do dia. E essa foi no mesmo café em Talaíde onde
parei com a malta na volta anterior, e onde me vi olhado de cima por
um individuo pequenino, inclusive na cabeça, que conheço embora ele
não me conheça a mim, e que por ser dono de uma loja de bicicletas,
deveria ter outro comportamento. Eu pelo menos acho falta de respeito
toda a atitude de desdém, mas pronto, sou eu.
Agora,
se me querem tirar a pinta, ao menos que me queiram comer! Tirar-me a
pinta pelo que eu levo vestido ou piloto, é foleiro. Teve azar -
depois de uma mirada mais atenta enquanto eu tragava o café cheio -
que vestido eu, levava Assos da cabeça aos pés e pilotar, piloto
uma bike de Ti que ele talvez gostasse de ter...
Agora,
se me querem tirar a pinta, ao menos que me queiram comer! Tirar-me a
pinta pelo que eu levo vestido ou piloto, é foleiro. Teve azar -
depois de uma mirada mais atenta enquanto eu tragava o café cheio -
que vestido eu, levava Assos da cabeça aos pés e pilotar, piloto
uma bike de Ti que ele talvez gostasse de ter...
Temos pena. Ou
não! Aliás, fui uma vez em tempos à loja deste companheiro e não
mais lá voltei, mesmo sendo quase à porta de casa. Afinal talvez
não estivesse assim tão enganado.
Deverei no entanto voltar ao estaminé - à Taberna, entenda-se.
Porque o senhor dono do mesmo é simpático, e por ser o único sítio aberto àquela hora... Mas isso não pesa na equação. Ou pesa menos(!)
Desde a Lagoa Azul até aos Capuchos é um tirinho, mas que consome alguma energia. Por isso voltei a parar na entrada para o que era o antigo "Single Maravilha" para papar mais uma banana e fumar o primeiro cigui da manhã. E que bem que me souberam ambos eheheheh
Os trilhos nesta zona estão todos destruídos pelos madeireiros, pelo que é seguir como se pode por entre detritos de ramos velhos, grandes, pequenos, arbustos e etc... Muitos etcs.
Deverei no entanto voltar ao estaminé - à Taberna, entenda-se.
Porque o senhor dono do mesmo é simpático, e por ser o único sítio aberto àquela hora... Mas isso não pesa na equação. Ou pesa menos(!)
Desde a Lagoa Azul até aos Capuchos é um tirinho, mas que consome alguma energia. Por isso voltei a parar na entrada para o que era o antigo "Single Maravilha" para papar mais uma banana e fumar o primeiro cigui da manhã. E que bem que me souberam ambos eheheheh
Os trilhos nesta zona estão todos destruídos pelos madeireiros, pelo que é seguir como se pode por entre detritos de ramos velhos, grandes, pequenos, arbustos e etc... Muitos etcs.
A determinada
altura vejo um companheiro parado no meio do caminho. Na frente dele
tinha uma enorme poça de lama que ocupava todo o trilho de duplo
rodado e mais além. No meio dessa poça, vários ramos de vários
tamanhos, arbustos e mais etcs. E ele estava parado, com a bicicleta
no meio das pernas, a olhar para a lama como se estivesse a olhar a
TV. Não sei se estava à procura de melhor caminho, ou na esperança
de encontrar algum sitiozinho sem lama, não sei. Só sei que estava
parado no meio do caminho. Eu cheguei, abrandei, apontei para a zona
numa das bermas que me parecia mais seca e segui caminho, preparado
para aquele enterranço ou da roda da frente ou da traseira. Não
havia outra forma, mas afinal a crosta superficial nem partiu, sendo
que nem sequer sujei as rodas. O rapaz seguiu pelo mesmo sitio que eu
aposto, mas nem olhei para trás para confirmar (!)
Num
ápice chego aos Capuchos e assim que o Convento fica para trás,
começo imediatamente a desesperar com a ideia da subida aos Tholos
do Monge. "Kaputa" de subida e mesmo sabendo que não a
terei que fazer completa, tenho apenas que subir o troço mais duro e
empinado, o inicial, e aquele que eu detesto.
Grrrrr
Porque raio meti eu esta rampa no meio do track?
Pois,
não sei...
Pergunto-me
o mesmo sempre que estou de frente para ela (!).
Deste vez não desci da Peninha pelos singletracks mais técnicos. Andava outro género de madeireiros nessa encosta da serra. Desci pelo estradão e contornei parte da vertente Sul para começar a descer depois pelo lado da Pedra Amarela.
Sigo por alguns trilhos técnicos e outros mais fluidos na última parte da descida até à Barragem do Rio de Mula e num instante estou a deixar para trás os terrenos da Quinta do Pisão e que tenho que ultrapassar para chegar aos lados da Atrozela.
Deste vez não desci da Peninha pelos singletracks mais técnicos. Andava outro género de madeireiros nessa encosta da serra. Desci pelo estradão e contornei parte da vertente Sul para começar a descer depois pelo lado da Pedra Amarela.
Sigo por alguns trilhos técnicos e outros mais fluidos na última parte da descida até à Barragem do Rio de Mula e num instante estou a deixar para trás os terrenos da Quinta do Pisão e que tenho que ultrapassar para chegar aos lados da Atrozela.
Da
zona do Autódromo do Estoril – bem melhor - restam poucas
dificuldades, mas restam algumas. Nomeadamente a subida ao monte da
VOR de Cascais e respectiva descida para Barrunchal. E foi
precisamente num café deste lugar, Barrunchal, que fiz a mais
demorada paragem. Estava cansado e desabafei-o à rapariga gira que
me serviu mais um café.
Passava
do meio-dia e eu parado a beber café, a meia dúzia de quilómetros
de casa. Era sinónimo de entalão, mas ninguém ali desconfiou, além
da rapariga gira.
A páginas tantas perguntei a um senhor que tinha vindo à porta – eu estava na esplanade – se ali passavam taxis.
Não riu, não sorriu, só disse que se eu chamasse, que sim, não tinha porque não passar.
Não me percebeu a ironia e eu tentei explicar.
Ficámos na mesma. Não riu, não sorriu, desta vez nem nada disse.
Mas eu ri-me. Sozinho (!) E depois saquei a Selfie abaixo...

Esta cena aconteceu tipo 15 minutos depois de eu já ter acabado o café, cigui e ter muito pouca vontade de me mexer dali para fora! Tinha que me rir! Tinha que ir até casa ainda e não seria de Taxi. Mas estava cansadito e a apetecer-me um banhinho. Conforto portanto era o que eu precisava e não de mais uns quantos quilómetros que eu ainda por cima sabia ruins.
Mas lá teve que ser e, afinal, a descida para a Lage e consequente subida pelos passadiços do Lagoas Park, subida aos antigos Moinhos de Vento do Bairro Auto-Construção e mais 500m de singletracks até ao Mercado de Porto Salvo foram super tranquilos de se fazer, com as perninhas a terem ainda Watts para debitar. Não muitos é verdade, mas os suficientes para manter bom ritmo!
De resumo, um treino porreiro, onde estreei uma nova Playlist no mp3 e em que curti à brava!
A páginas tantas perguntei a um senhor que tinha vindo à porta – eu estava na esplanade – se ali passavam taxis.
Não riu, não sorriu, só disse que se eu chamasse, que sim, não tinha porque não passar.
Não me percebeu a ironia e eu tentei explicar.
Ficámos na mesma. Não riu, não sorriu, desta vez nem nada disse.
Mas eu ri-me. Sozinho (!) E depois saquei a Selfie abaixo...

Esta cena aconteceu tipo 15 minutos depois de eu já ter acabado o café, cigui e ter muito pouca vontade de me mexer dali para fora! Tinha que me rir! Tinha que ir até casa ainda e não seria de Taxi. Mas estava cansadito e a apetecer-me um banhinho. Conforto portanto era o que eu precisava e não de mais uns quantos quilómetros que eu ainda por cima sabia ruins.
Mas lá teve que ser e, afinal, a descida para a Lage e consequente subida pelos passadiços do Lagoas Park, subida aos antigos Moinhos de Vento do Bairro Auto-Construção e mais 500m de singletracks até ao Mercado de Porto Salvo foram super tranquilos de se fazer, com as perninhas a terem ainda Watts para debitar. Não muitos é verdade, mas os suficientes para manter bom ritmo!
De resumo, um treino porreiro, onde estreei uma nova Playlist no mp3 e em que curti à brava!
Os trilhos, as sensações, a música nova... Uma grande manhã de BTT que só teve um senão; Desde que substitui o meu antigo espigão de selim com recuo pelo Thomson que ainda não voltei a ficar perfeitamente confortável na bike. No final da volta voltou a doer-me a zona lombar. Teria mesmo que efectuar as alterações que já tinha em mente, mas que andava a adiar...
No
domingo seguinte houve mais, mas com a Santa Malta no Quintal deles.
E já com as tais alterações na bike concluídas.
Mais meia centena de quilómetros, com um ritmo mais endiabrado que o habitual e a relembrar um pouco o de outros tempos... Mas isso é crónica para outra posta!
Até
lá,
Vemo-nos por aí!
Vemo-nos por aí!
EDIT: O track está na pasta "Tracks GPS"
Abraçorros,
Frederico
Nunes "Froids"
@2015
domingo, 29 de março de 2015
Raid BTT "Porto Salvo – Sintra – Porto Salvo"
Raid BTT "Raid'o Vento"
A crónica.
Quatro amigos sairam do local
combinado à hora exacta; Eu, o Tuca, o Swoop e o Queimado.
Devido ao forte vento que já se fazia sentir naquela hora matutina, optámos por efectuar algumas alterações ao percurso proposto, evitando desta forma, pedalar com vento frontal nos primeiros e últimos quilómetros desta aventura.
Devido ao forte vento que já se fazia sentir naquela hora matutina, optámos por efectuar algumas alterações ao percurso proposto, evitando desta forma, pedalar com vento frontal nos primeiros e últimos quilómetros desta aventura.
Com pouco mais de 5kms percorridos,
num dos primeiros e mais traiçoeiros singletracks do dia, o Tuca
deixa escorregar a frente da sua menina para as profundezas de um
rego escondido no meio dos pequenos tufos de erva e em menos de nada
brinda o solo com o carimbo do seu jersey!
Honra manchada e bicha
do cabo de mudanças partida como resultado. O Queimado que seguia
na roda do nosso amigo teve o previlégio de ver a cena em primeira
mão. Diz que foi aparatosa!
Parámos para a toma do café da manhã
ainda antes da queda do Tuca, em Talaíde, numa espécie de taberna,
e que era o único que se encontrava aberto.
Sem mais
dificuldades além das proporcionadas pelo forte vento, fomos andando
bem até entrarmos na Serra pela Quinta da Beloura, em direcção à
Lagoa Azul, onde efectuamos a primeira paragem para petiscar qualquer
coisa e dar uma vista de olhos no sistema de mudanças da bicicleta
do Tuca que se viu afectado com a queda anterior. Desde aí até
final, o nosso companheiro teve que lidar com umas mudanças
saltitonas e teimosas.
Aqui soube também que o Swoop vinha mais leve, com menos um raio na roda traseira (!)
WHAT?!?
Aqui soube também que o Swoop vinha mais leve, com menos um raio na roda traseira (!)
WHAT?!?
70Kms de
caminhos, dos quais a grande maioria deles seria em trilhos
pedregosos e técnicos, duros e exigentes para o material. Seria uma
sorte qualquer roda com menos um raio e já empenada resistir ás
inclemências a que iria ser sujeita. Mas sobreviveu e o Bruno
conseguiu chegar aos carros ainda a rolar, mas num estado que nem vos
conto. Só para terem uma ideia, ainda a largos quilómetros do final o Swoop já tinha deixado de poder meter força em cada pedalada, obrigando o
rapaz a uma cadência leve, tão diferente daquela que o homem gosta!
Os barulhos provenientes da traseira da bike do "Snoopy" faziam lembrar o chincalhar das pulseiras das ciganas.
Os barulhos provenientes da traseira da bike do "Snoopy" faziam lembrar o chincalhar das pulseiras das ciganas.
O Queimado esse, seguiu sempre forte! Com a sua 29 trepou tudo o que havia para trepar, normalmente
sempre na frente do nosso grupinho, a puxar e a guiar a malta com o
seu GPS. Ou então não guiou ninguém, mas foi de certeza o que fez
mais quilómetros, já que nunca acertou num desvio :)
Fizemos alguns atalhos pontuais na zona do alto da Serra devido a alguns caminhos cortados ou danificados e dei a conhecer aos meus amigos outros novos. Fomos abastecer de água e comer mais qualquer coisa aos Capuchos, onde chegámos por mais uns trilhos novos e outros já conhecidos mas em sentido descendente que é sempre melhor; Na Peninha descemos para um singletrack novo e brutal, onde achei sinceramente que o Bruno iria perder a roda traseira. Desde a Peninha que o sentido do percurso era descendente, mas também o vento alterou um pouco a direcção e ao invés de soprar nas nossas costas, soprava um pouco de lado, não ajudando o desejado na progressão do grupo, a esta altura já mais lenta e cansada.
Mais uns trilhos muito bons durante toda a descida e mais uma queda do Tuca.
A determinada altura, o singletrack onde circulávamos
tinha umas acácias partidas e penduradas no meio do trilho. Eu
passei bem; o Tuca vinha a uns cinco ou sete metros de mim. Desço
cerca de cem metros e olho para trás. O nosso companheiro já não
vinha lá e percebi imediatamente que teria passado algo. O trilho
era estreito, inclinado, falso e técnico. Propenso a um deslize, a
uma queda. A acácia não deixou o Tuca passar, agarrou-lhe o guiador
e jogou o rapaz ao tapete. Esta queda, não deixando marcas no
material, deixou-as na pele do nosso amigo!
A roda do Swoop
continuava a resistir às maluqueiras, às pedras e às ráizes dos
muitos trilhos e singles por onde continuávamos a descer.
O
Queimado, forte, inabalável e imparável.
Eu começava a acusar
cansaço e alguma menor reacção nos reflexo, acabando por
sofrer um "susto", ao falhar uma trajectória numa
zona bastante pedregosa. Por acaso tive alguma reação de abortar a
tentativa de corrigir a frente e optei por saltar por cima do guiador da bicicleta e
aterrar de pé, no meio das silvas e arbustos, sem um
arranhão.
Daqui até ao final fomos alterando o track para fugir um pouco das subidas mais fortes e evitar o final a pedal com vento de frente; Caminhos mais simples e menos exigentes foram de bom grado de todos. O cansaço mostrava-se evidente, mas era o material das bikes do Tuca e Swoop que mais se queixava.
Terminámos a descer a gosto de todos, e acabámos a comemorar a façanha no Pandinha, com umas cervejas e um breve descanso!
A malta estava cansada, eu estava e conseguia ver o mesmo na cara dos meus companheiros, mas afinal sempre tinhamos acabado de cumprir 70kms certinhos de duros e exigentes caminhos, com um desnível total de acumulado positivo de cerca de 1500 metros. Tendo saído às 08H15, chegámos ao final às 14H15, com uma velocidade média de andamento de 13.8km/h, bem longe portanto do "entre os 15 e os 17"!
Aos meus companheiros de "Raid", um grande obrigado pela companhia, é sempre um prazer pedalar com vocês, meus amigos!
Espero que tenham gostado, e que por esta altura o empeno já tenha passado!
O percurso em formato *.gpx encontra-se disponível na pasta "Tracks GPS".
Abraçorros
Frederico Nunes "Froids"
Frederico Nunes "Froids"
domingo, 23 de setembro de 2012
Sintra Tranquila
Não podia deixar de vir aqui colocar esta "posta", ainda que bastante atrasada.
A meu convite, levei sete amigos a percorrer alguns dos trilhos do meu quintal. Chamei-lhe "Sintra Tranquila" mais pela falta de adrenalina que aqueles trilhos mais técnicos podem proporcionar, mas se contarmos com as subidas todas, a tal tranquilidade fica-se só mesmo pelo nome.
Não tirei fotos, apenas a que se mostra em baixo...
No entanto, foi um passeio mesmo tranquilo e bem disposto. Além dos meus amigos da outra margem, juntaram-se a nós a Ana e o Armadilhas, do grupo "Os Porquinhos da Ilda".
Uma manhã bem passada, em que ainda apanhámos alguma chuva, para dar as boas vindas a mais um Outono!
O track GPS do passeio pode ser conseguido no local do costume, aqui:
http://olimpaneves.blogspot.pt/p/tracks-gps.html
Abraços e continuação de boas pedaladas!
A meu convite, levei sete amigos a percorrer alguns dos trilhos do meu quintal. Chamei-lhe "Sintra Tranquila" mais pela falta de adrenalina que aqueles trilhos mais técnicos podem proporcionar, mas se contarmos com as subidas todas, a tal tranquilidade fica-se só mesmo pelo nome.
Não tirei fotos, apenas a que se mostra em baixo...
No entanto, foi um passeio mesmo tranquilo e bem disposto. Além dos meus amigos da outra margem, juntaram-se a nós a Ana e o Armadilhas, do grupo "Os Porquinhos da Ilda".
Uma manhã bem passada, em que ainda apanhámos alguma chuva, para dar as boas vindas a mais um Outono!
O track GPS do passeio pode ser conseguido no local do costume, aqui:
http://olimpaneves.blogspot.pt/p/tracks-gps.html
Abraços e continuação de boas pedaladas!
sábado, 8 de setembro de 2012
Um Love2Ride diferente
Mais um sábado, mais um dia de treino aqui para esta dupla de ciclistas de fim de semana.
O palco da aventura? Sintra, claro. Mais dos mesmos trilhos, pois não nos conseguimos cansar de tanta beleza.
Embora, e fruto do cansaço acumulado ao longo da semana laboral, o passeio tenha sido um pouco mais curto que o habitual, não deixou no entanto de ser super agradável e com a sua finalidade bem marcada. Aprumar a forma fisica e mental para o próximo fim de semana em que iremos percorrer os trilhos da Serra da Abobereira, nas imediações de Amarante, aquando da prova "Douro Bike Race 2012" em que iremos marcar presença na 4ª etapa.
Será um desafio interessante e duro para a nossa comitiva, mas espera-se um final feliz para a epopeia que iremos enfrentar.
Hoje e à semelhança de todas as passeatas, as fotografias foram acontecendo ao longo da manhã, mas foi no Trilho dos Gnomos que aconteceu a sessão fotográfica do passeio.
A SSMachine sofreu alguns melhoramentos ao nível dos componentes e nada melhor que umas fotos para exemplificar o bem que lhe ficam.
Foi o dia de testes à nova suspensão RockShock Reba RL e ao novo disco mecânico Avid BB7 com o rotor flutuante da Hope, o Mini Light, que, com 160mm de diâmetro provou ser verdadeiramente eficaz na travagem do conjunto. Com a frente muito mais dinâmica e equilibrada, a bicicleta está com um comportamente muito mais correcto na leitura do terreno e consequente pilotagem e segurança.
Seguimos, com tem sido rotina nestas últimas semanas, na direção de Penedo, mas abolimos os quilómetros iniciais dentro da Quinta do Pisão. Trepámos forte as rampas da Tapada do Saldanha, assim como trepámos forte a subida que sai pertinho da Praia da Adraga até Almoçageme, para corrigir uma opção que ponderámos e que se revelou pouco acertada.
Foi na povoação de Almoçageme que fizémos a paragem para retemperar forças. Na esplanada do café fomos bem atendidos, com simpatia e prontidão e pese embora as minhas opções gastronómicas não terem sido as mais bem sucedidas, foi um intervalo simpático e aprazível.
O casal de meia idade na mesa ao lado acabou por meter conversa connosco e a bem da verdade, a simpatia dos senhores transbordava e foi somente depois de nos despedirmos dos mesmos que nos lançamos novamente aos pedais para subir, por asfalto, até aos Capuchos.
A manhã não teve o total de quilómetros das restantes, mas teve um desnível acumulado total de subidas muito respeitável, o que me leva a crer - e a acreditar - que é possível que a minha amada cumpra o acumulado proposto para a última etapa da DBR com mais facilidade do que ela própria está a pensar.
No próximo domingo, no final da tarde, teremos essa dúvida dissipada.
Claro que, assim que oportuno, vos virei dar notícias da nossa aventura por terras de Amarante!
Irei também preparado para a captação de imagens em vídeo. Há bastante tempo que não faço um filminho do género, mas não posso deixar passar em branco esta aventura!
Fiquem atentos!
Abraços e continuação de boas pedaladas.
O link para a galeria de fotos que fui tirando ao longo do tranquilo passeio podem ser vistas aqui: https://picasaweb.google.com/102105685869649773359/Love2RideUmaSintraDiferente
O track GPS tem que ser corrigido e editado, pelo que estará online assim que oportuno.
O palco da aventura? Sintra, claro. Mais dos mesmos trilhos, pois não nos conseguimos cansar de tanta beleza.
Embora, e fruto do cansaço acumulado ao longo da semana laboral, o passeio tenha sido um pouco mais curto que o habitual, não deixou no entanto de ser super agradável e com a sua finalidade bem marcada. Aprumar a forma fisica e mental para o próximo fim de semana em que iremos percorrer os trilhos da Serra da Abobereira, nas imediações de Amarante, aquando da prova "Douro Bike Race 2012" em que iremos marcar presença na 4ª etapa.
Será um desafio interessante e duro para a nossa comitiva, mas espera-se um final feliz para a epopeia que iremos enfrentar.
| Fox em acção no Trilho dos Gnomos... |
Hoje e à semelhança de todas as passeatas, as fotografias foram acontecendo ao longo da manhã, mas foi no Trilho dos Gnomos que aconteceu a sessão fotográfica do passeio.
A SSMachine sofreu alguns melhoramentos ao nível dos componentes e nada melhor que umas fotos para exemplificar o bem que lhe ficam.
Foi o dia de testes à nova suspensão RockShock Reba RL e ao novo disco mecânico Avid BB7 com o rotor flutuante da Hope, o Mini Light, que, com 160mm de diâmetro provou ser verdadeiramente eficaz na travagem do conjunto. Com a frente muito mais dinâmica e equilibrada, a bicicleta está com um comportamente muito mais correcto na leitura do terreno e consequente pilotagem e segurança.
| A minha SSMachine já a ostentar, orgulhosa, a nova frente... |
| Marta à espera que eu acabasse a sessão fotográfica à SSMachine... |
Seguimos, com tem sido rotina nestas últimas semanas, na direção de Penedo, mas abolimos os quilómetros iniciais dentro da Quinta do Pisão. Trepámos forte as rampas da Tapada do Saldanha, assim como trepámos forte a subida que sai pertinho da Praia da Adraga até Almoçageme, para corrigir uma opção que ponderámos e que se revelou pouco acertada.
| A entrar na povoação do Penedo... |
| Figuras "esculpidas" em sebe, num antigo lavadouro municipal... |
| A corrigir um pequeno devaneio, em Almoçageme... |
Foi na povoação de Almoçageme que fizémos a paragem para retemperar forças. Na esplanada do café fomos bem atendidos, com simpatia e prontidão e pese embora as minhas opções gastronómicas não terem sido as mais bem sucedidas, foi um intervalo simpático e aprazível.
O casal de meia idade na mesa ao lado acabou por meter conversa connosco e a bem da verdade, a simpatia dos senhores transbordava e foi somente depois de nos despedirmos dos mesmos que nos lançamos novamente aos pedais para subir, por asfalto, até aos Capuchos.
| A sairmos da povoação de Almoçageme, direitos ao Pé da Serra... |
A manhã não teve o total de quilómetros das restantes, mas teve um desnível acumulado total de subidas muito respeitável, o que me leva a crer - e a acreditar - que é possível que a minha amada cumpra o acumulado proposto para a última etapa da DBR com mais facilidade do que ela própria está a pensar.
No próximo domingo, no final da tarde, teremos essa dúvida dissipada.
Claro que, assim que oportuno, vos virei dar notícias da nossa aventura por terras de Amarante!
Irei também preparado para a captação de imagens em vídeo. Há bastante tempo que não faço um filminho do género, mas não posso deixar passar em branco esta aventura!
Fiquem atentos!
Abraços e continuação de boas pedaladas.
O link para a galeria de fotos que fui tirando ao longo do tranquilo passeio podem ser vistas aqui: https://picasaweb.google.com/102105685869649773359/Love2RideUmaSintraDiferente
O track GPS tem que ser corrigido e editado, pelo que estará online assim que oportuno.
sábado, 25 de agosto de 2012
Do Pisão à Ulgueira v45k
Ultimam-se os treinos para a nossa participação na "Douro Bike Race" e para tal nada melhor que uma voltinha pelos trilhos da nossa bem conhecida serra de Sintra.
Só depois de tiradas umas fotos deste duo dinâmico - dinâmico mas pouco hehehehe - e em modo auto-retrato é que nos fizemos aos trilhos.
Começámos mais cedo que o habitual e largámos da barragem pouco passava das 08h30. Rumámos, em semelhança das últimas vezes, aos trilhos da Quinta do Pisão. As últimas ligações que costurei resultam bem, aproveitando cerca de dez quilómetros de caminhos de todos os níveis e graus de inclinação antes de proceder à subida da encosta Sul da serra, pelo lado da Peña Longa, entre a barragem do Rio da Mula e a Lagoa Azul.
O dia esteve muito bom para pedalar. Algum calor, mas nada excessivo, uma brisa ligeira e um céu azul salpicado com uns farrapos de algodão, aqui e ali.
Como já disse anteriormente, estes 10kms de "aquecimento" são muito bons porque tem trilhos muitos variados, quer na sua tecnicidade quer na sua dureza.
Desde estradões de excelente piso a carreiros pedregosos e técnicos, desde subidas curtas e longas, de bom e de mau piso, técnicas e exigentes a descidas serpenteantes por singletracks.
Um pouco de tudo envolvido numa paisagem soberba e tranquilizante!
Após deixarmos para trás a Quinta do Pisão começamos a longa subida até á zona dos Capuchos, onde passamos depois de contornado todo o ombro SE da serra, por trilhos já muito aqui mostrados, como o Maravilha e demais.
Efetuei umas alterações ao percurso da semana passada para incluir mais uns quantos quilómetros e por conseguinte, um pouco mais de acumulado.
Resolvi que haveríamos de ir passar por uns estradões que não usava há muito tempo e que andam ali sobranceiros a Monserrate, já na encosta N da serra.
Tinha algum receio do estado dos mesmos, mas a sociedade "Montes da Lua" tem-nos bem tratados - resta saber com que finalidade - e acabou por ser um pedaço engraçado.
Descidas longas e largas intervaladas por subidas à sua semelhança, sempre com um piso compacto e rápido, que nos permitia ir rolando relativamente bem e com uma boa média.
Mas... E há sempre um mas!
Um pequeno trilho que nos iria servir de ligação para a zona dos Capuchos e que deveria ter o seu início ao pé de um pequeno lago, deixou de existir.
Para ultrapassar essa situação acabámos por entrar num singletrack que eu já conheço de o descer, mas que se encontra muito fechado pelas silvas e outras plantas "picadoras".
Foi um bocadinho complicado para a Marta, quase 1km de picadelas e esfoladelas, mas lá acabamos por passar. Claro que tive que ouvir da minha cara metade todos os insultos possíveis á minha capacidade de improviso eheheheheheheh.
Olha, que culpa tenho eu que a descer quase nem se sintam as silvas (!)
Depois dos Capuchos tomámos a direção do Penedo, para depois seguirmos para a Ulgueira, também por trilhos diferentes da passeata passada.
A descida desde a zona dos Capuchos é larga e de trilhos muito bonitos, com vistas a condizer.
No entanto é fugaz e passa num ápice. É num instante que estamos no Penedo.
O trilho a seguir é o mesmo que descobrimos há umas semanas. Um singletrack bem engraçado e que nos deixa na estrada para a Azóia.
Percorremos cerca de 200 metros em asfalto e voltamos a cortar para dentro dos trilhos, para novamente ganhar mais uns quilómetros e mais uns metros de acumulado.
Assim que começamos a subir encontro o meu amigo Luís Romão. Estava a petiscar com a família parados à sombrinha! Tinham vindo dar uma voltinha de carro e pararam ali para comer qualquer coisa. No final da breve conversa, que serviu também para a Marta emborcar mais um gel, fiquei a saber que este grande maluco se encontra a treinar para o Ironman de 2013. Haja saúde e doideira na cabeça heheheheheh
Ah! E tenho que referir que foi aprender a nadar de propósito para o efeito... Ganda Maluco (!)
Depois de nos despedirmos do Romão voltámos a pisar forte nos pedais por mais 1.5km de subida com uma inclinação média de 13%.
Contava com um pequeno mercado - duas carrinhas e 4 bancas de venda - no cruzamento da Ulgueira e, para nossa sorte, este estava mesmo lá. Comprámos umas bananas e uns pêssegos. Fiquei parvo com o total da despesa. Não me lembro ao certo, mas não chegou ao euro.
Daí ao centro da vila da Ulgueira e ao café são uns metros, onde a Marta chegou bastante cansada, mas com o espírito intacto!
A montagem de fotos abaixo demonstra bem o ambiente à mesa. Além de uns rissóis de leitão, ainda marchámos mais uns doces e cafés. Eu bebi inclusive uma Mini que me soube pela vida.
É que estava calor por esta altura...

A subida que se seguiu não tem estória.
Foi feita por asfalto desde o Pé da Serra, novamente até aos Capuchos.Daí entramos novamente nos trilhos para nos dirigirmos ao marco da Pedra Amarela e sua torre de vigia que contornamos pela direita.
Uma subida que apesar de fácil é longa e cansativa.
Devido ao adiantar da hora e de termos os patudos em casa há demasiado tempo sozinhos, decidimos rumar aos carros antes do final "oficial" do passeio. Ficaram por cumprir quase mais 3kms que incluíam um bonito e fluído singletrack e mais uns metros de acumulado, já nos metros finais em asfalto.
No resumo, uma passeata já com um nível de dificuldade física médio/alto, mas com muito poucas dificuldades técnicas. Ideal para os treinos da minha amada.
E eu, como tenho feito estas voltinhas todas de SingleSpeed, tenho vindo a ganhar alguma confiança nas pernas e na capacidade que as mesmas têm em levar esta máquina mono-velocidade por todos os trilhos onde me levava a MS. E isto claro está, sem recorrer ao pedestrianismo.
Durante estes 43kms não desmontei uma única vez por necessidade física ou falta de força, pelo que, também para mim, estes passeios têm sido um belíssimo treino.
Quem diria que há poucas semanas me sentia atemorizado com o facto de andar de SS em Sintra e que seria virtualmente impossível....
Afinal...
"The impossible is nothing"
O percurso completo tem pouco mais de 45kms e deve rondar os 1350m D+.
O que nós realizámos tem cerca de 1200m de desnível positivo acumulado (fazendo a média entre os dados do GPS, Garmin BaseCamp e Google Earth.
Link para a galeria completa de fotos:
https://picasaweb.google.com/102105685869649773359/DoPisaoAUlgueiraV2
Link para track GPS do percurso:
http://www.gpsies.com/map.do?fileId=iqkrfyuxgcltcxbf
Só depois de tiradas umas fotos deste duo dinâmico - dinâmico mas pouco hehehehe - e em modo auto-retrato é que nos fizemos aos trilhos.
| Cedinho, cedinho, sem mais ninguém na barragem do Rio da Mula... |
Começámos mais cedo que o habitual e largámos da barragem pouco passava das 08h30. Rumámos, em semelhança das últimas vezes, aos trilhos da Quinta do Pisão. As últimas ligações que costurei resultam bem, aproveitando cerca de dez quilómetros de caminhos de todos os níveis e graus de inclinação antes de proceder à subida da encosta Sul da serra, pelo lado da Peña Longa, entre a barragem do Rio da Mula e a Lagoa Azul.
| Nos trilhos da Quinta do Pisão... |
O dia esteve muito bom para pedalar. Algum calor, mas nada excessivo, uma brisa ligeira e um céu azul salpicado com uns farrapos de algodão, aqui e ali.
| Quinta do Pisão... |
| Alguns "pencos" na Quinta do Pisão... |
Como já disse anteriormente, estes 10kms de "aquecimento" são muito bons porque tem trilhos muitos variados, quer na sua tecnicidade quer na sua dureza.
Desde estradões de excelente piso a carreiros pedregosos e técnicos, desde subidas curtas e longas, de bom e de mau piso, técnicas e exigentes a descidas serpenteantes por singletracks.
Um pouco de tudo envolvido numa paisagem soberba e tranquilizante!
| Novamente, Pisão... |
| Marta bem disposta... |
| Uma paisagem diferente da restante zona envolvente... |
Após deixarmos para trás a Quinta do Pisão começamos a longa subida até á zona dos Capuchos, onde passamos depois de contornado todo o ombro SE da serra, por trilhos já muito aqui mostrados, como o Maravilha e demais.
| A subir pela Quinta da Peña Longa... |
| Já nos trilhos das propriedades Montes da Lua... |
| Trilhos húmidos e aquele cheiro característico da terra molhada... |
Efetuei umas alterações ao percurso da semana passada para incluir mais uns quantos quilómetros e por conseguinte, um pouco mais de acumulado.
Resolvi que haveríamos de ir passar por uns estradões que não usava há muito tempo e que andam ali sobranceiros a Monserrate, já na encosta N da serra.
Tinha algum receio do estado dos mesmos, mas a sociedade "Montes da Lua" tem-nos bem tratados - resta saber com que finalidade - e acabou por ser um pedaço engraçado.
Descidas longas e largas intervaladas por subidas à sua semelhança, sempre com um piso compacto e rápido, que nos permitia ir rolando relativamente bem e com uma boa média.
| Descidas rápidas e de elevar a adrenalina... |
| Subidas longas e paredes empinadas e curtas... |
Mas... E há sempre um mas!
Um pequeno trilho que nos iria servir de ligação para a zona dos Capuchos e que deveria ter o seu início ao pé de um pequeno lago, deixou de existir.
Para ultrapassar essa situação acabámos por entrar num singletrack que eu já conheço de o descer, mas que se encontra muito fechado pelas silvas e outras plantas "picadoras".
Foi um bocadinho complicado para a Marta, quase 1km de picadelas e esfoladelas, mas lá acabamos por passar. Claro que tive que ouvir da minha cara metade todos os insultos possíveis á minha capacidade de improviso eheheheheheheh.
Olha, que culpa tenho eu que a descer quase nem se sintam as silvas (!)
Depois dos Capuchos tomámos a direção do Penedo, para depois seguirmos para a Ulgueira, também por trilhos diferentes da passeata passada.
| Durante um breve descanso... |
| Depois de um engano e muitas silvas e picos depois... |
| Os tradicionais singletracks da serra, com o "cenário" tradicional... |
| É um verdadeiro privilégio ter trilhos destes à descrição para pedalar... |
A descida desde a zona dos Capuchos é larga e de trilhos muito bonitos, com vistas a condizer.
No entanto é fugaz e passa num ápice. É num instante que estamos no Penedo.
O trilho a seguir é o mesmo que descobrimos há umas semanas. Um singletrack bem engraçado e que nos deixa na estrada para a Azóia.
| A paisagem a descer para Penedo... |
| Trilhos perdidos do mundo à distância de uma aventura. De Almoçageme para Ulgueira... |
Percorremos cerca de 200 metros em asfalto e voltamos a cortar para dentro dos trilhos, para novamente ganhar mais uns quilómetros e mais uns metros de acumulado.
Assim que começamos a subir encontro o meu amigo Luís Romão. Estava a petiscar com a família parados à sombrinha! Tinham vindo dar uma voltinha de carro e pararam ali para comer qualquer coisa. No final da breve conversa, que serviu também para a Marta emborcar mais um gel, fiquei a saber que este grande maluco se encontra a treinar para o Ironman de 2013. Haja saúde e doideira na cabeça heheheheheh
Ah! E tenho que referir que foi aprender a nadar de propósito para o efeito... Ganda Maluco (!)
Depois de nos despedirmos do Romão voltámos a pisar forte nos pedais por mais 1.5km de subida com uma inclinação média de 13%.
Contava com um pequeno mercado - duas carrinhas e 4 bancas de venda - no cruzamento da Ulgueira e, para nossa sorte, este estava mesmo lá. Comprámos umas bananas e uns pêssegos. Fiquei parvo com o total da despesa. Não me lembro ao certo, mas não chegou ao euro.
Daí ao centro da vila da Ulgueira e ao café são uns metros, onde a Marta chegou bastante cansada, mas com o espírito intacto!
A montagem de fotos abaixo demonstra bem o ambiente à mesa. Além de uns rissóis de leitão, ainda marchámos mais uns doces e cafés. Eu bebi inclusive uma Mini que me soube pela vida.
É que estava calor por esta altura...

| Julgo que esta foto dispensa mais comentários... |
A subida que se seguiu não tem estória.
Foi feita por asfalto desde o Pé da Serra, novamente até aos Capuchos.Daí entramos novamente nos trilhos para nos dirigirmos ao marco da Pedra Amarela e sua torre de vigia que contornamos pela direita.
Uma subida que apesar de fácil é longa e cansativa.
| Deixando a Ulgueira para trás, na direcção do Pé da Serra... |
| Na continuação da larga subida, aqui a caminho da Pedra Amarela... |
| Depois da longa subida, a merecida descida... |
Devido ao adiantar da hora e de termos os patudos em casa há demasiado tempo sozinhos, decidimos rumar aos carros antes do final "oficial" do passeio. Ficaram por cumprir quase mais 3kms que incluíam um bonito e fluído singletrack e mais uns metros de acumulado, já nos metros finais em asfalto.
No resumo, uma passeata já com um nível de dificuldade física médio/alto, mas com muito poucas dificuldades técnicas. Ideal para os treinos da minha amada.
E eu, como tenho feito estas voltinhas todas de SingleSpeed, tenho vindo a ganhar alguma confiança nas pernas e na capacidade que as mesmas têm em levar esta máquina mono-velocidade por todos os trilhos onde me levava a MS. E isto claro está, sem recorrer ao pedestrianismo.
Durante estes 43kms não desmontei uma única vez por necessidade física ou falta de força, pelo que, também para mim, estes passeios têm sido um belíssimo treino.
Quem diria que há poucas semanas me sentia atemorizado com o facto de andar de SS em Sintra e que seria virtualmente impossível....
Afinal...
"The impossible is nothing"
O percurso completo tem pouco mais de 45kms e deve rondar os 1350m D+.
O que nós realizámos tem cerca de 1200m de desnível positivo acumulado (fazendo a média entre os dados do GPS, Garmin BaseCamp e Google Earth.
Link para a galeria completa de fotos:
https://picasaweb.google.com/102105685869649773359/DoPisaoAUlgueiraV2
Link para track GPS do percurso:
http://www.gpsies.com/map.do?fileId=iqkrfyuxgcltcxbf
sábado, 4 de agosto de 2012
Do Pisão à Ulgueira
Arrancámos da Barragem do Rio da Mula, mas, ao contrário da maioria das vezes, tomámos a direcção da Quinta do Pisão. A Marta e o meu pai seguiam-me sem fazer a mínima ideia de que não estava a seguir nenhum percurso específico. Limitei-me a ir à descoberta.
À descoberta é como quem diz, porque modéstia à parte, eu até que conheço bastante bem a zona, mas fui à procura de um novo encadeamento e dar a conhecer os trilhos daquela zona aos meus dois companheiros de aventura.
Saímos cedinho para evitarmos o calor e ainda bem que o fizémos. É optimo pedalar ainda pela fresquinha nestes dias de verão.
Os trilhos da Quinta do Pisão são maioritariamente fáceis, mas aqui e ali, escondem-se single tracks singelos e técnicos na dose certa, divertidos e fluídos, o que os torna verdadeiras pérolas e bastante apelativos.
Daí que foram de passagem obrigatória no nosso itinerário e razão de sobra para a Marta dizer mal das minhas escolhas de caminhos (ehehehehe).
Mas, como já referi anteriormente, a Quinta do Pisão vive essencialmente de estradões bem mantidos, de gravilha fina e cinzenta, criando uma rede de caminhos que nos podem levar a todo o lado.
Estes permitem, em determinadas zonas, retratos e enquadramentos absolutamente fantásticos, com vistas de fazer inveja a muitas zonas dos Pirinéus...
O meu pai surpreende-me pela positiva de cada vez que pedalamos juntos.
Desde que mudou de bike e entrou no mundo das biciletas de montanha de suspensão total que a sua pilotagem está muito mais segura e fluída, e percorre os mesmos trilhos que dantes fazia "sujando a cueca" com um muito maior á vontade e subtileza.
A Marta tem conseguido a mesma proeza. A de me conseguir surpreender a cada volta que passa e também pela positiva, quero eu dizer.
Tem evoluído bastante no que refere a tranquilidade com que encara os vários desafios, como os pedais de encaixe que não mais largou desde trocou para os meus antigos Candy. Já gere melhor o cansaço e a força nas perninhas começa a aparecer.
Continua a barafustar com as pedras no chão (!) é verdade, mas já passa por elas com muito mais facilidade e finésse! Perfect, perfect.
Durante a nossa incursão aos trilhos desta zona tirámos a foto de grupo, ou mini grupo, como lhe queiram chamar!
Saímos da Quinta do Pisão direitos aos Capuchos pela subida dos Jeeps, entrando na Quinta da Peña Longa.
Mais relaxada e pacífica de se fazer do que qualquer outra das variáveis possíveis. Mais também é a mais longa que podemos encontrar.
O meu pai anda forte e várias vezes esperou por nós. A subir espera ele, mas a descer ainda esperamos nós. É á vez!
Existem alguns trilhos em Sintra que eu não me canso de percorrer. Alguns deles já foram inclusive vandalizados pelos madeireiros e já estiveram "ás portas da morte", mas a Natureza é enorme e felizmente consegue ainda sarar muitas das maldades que lhe fazem, e consegue de alguma forma voltar à vida, irresignada.
O "Trilho dos Gnomos", como eu lhe chamo, é disso um belo exemplo. Este trilho percorre uma zona que já foi de uma beleza ímpar, cheia de fetos frondosos e sempre verdejantes, terrívelmente húmida e com uma atmosfera tão própria que tinha que ser sentida. Um micro clima dentro de um micro clima. Com uma força espiritual inexplicável e um local tão puro e antigo como algumas das mais velhas pedras que povoam a serra.
A totalidade do carreiro de pé-posto que existia foi rasgada por máquinas de corte e transporte de madeira e pelos homens que as trabalham. O corte desenfreado e mal estruturado de Acácias e Eucaliptos levou à quase total destruição deste pequeno espaço. Felizmente que a Natureza está lentamente a conseguir novamente tomar conta daquilo que é dela e nós podemos ter novamente o privilégio de usufruir dessas paisagens e desses momentos de pura comunhão com a Natureza.
Fizémos os nossos trilhos do costume no ombro da serra. O Trilho dos Gnomos, passando pelo Maravilha, até Chegarmos ao Convento dos Capuchos que contornamos em direcção á povoação de Penedo e Almoçageme.
A descida é grande, mas divertida.
A par com a gravidade vamos direitos à antiga fábrica de águas, com passagem pelo antigo Caminho do Moinho Velho e sempre a descer acabamos na pequena e estreita povoação do Penedo.
Após o Penedo, tinhamos duas opções conhecidas e outras tantas, ou mais, desconhecidas. O que sabia é que não queria descer em direção à praia da Adraga para ter que rumar a povoação da Ulgueira por trilhos pedregosos e já bem nossos conhecidos. E também não queria cumprir a distância até à povoação onde iríamos fazer a paragem para café por estrada asfaltada.
Assim aconteceu a descoberta de mais um grande single-track, que nos transportou até muito perto da vila da Ulgueira. Um trilho que nos levou através de uma pequena viagem ao desconhecido e a algumas feridas devido às enormes silvas que teimam em tomar conta do carreiro.
Aquilo que podia não ter saída acabou por ser um pedaço de percurso bastante divertido de se fazer, e que proporcionou alguns momentos de verdadeiro goso enquanto iamos enfrentando as silvas e outros obstáculos naturais do caminho.
Após a chegada à Ulgueira, fomos directos ao café que nos iria servir de paragem para descanso. Umas minis para mim e para o meu pai, uns rissóis e uns bolos e uma cola para a menina foram a despesa, ao qual acrescentámos uns cafézinhos antes de arrancar novamente em direcção ao topo da serra.
A subida foi feita por estrada, desde a pequenissima povoação do Pé da Serra, até ao cruzamento dos Capuchos. Desde aí, tomámos a descida maior e que vai dar directo à barragem, onde tinhamos os carros.
A voltinha foi muito engraçada e cumpriu na perfeição com os objectivos de todos:
Passar um bom bocado, treinar mais um bocadinho e sobretudo divertirmo-nos a fazer algo que todos gostamos!
Ainda assim, cumprimos uns belos 45kms com +/- 850m D+
A galeria completa de fotos pode ser vista a partir deste link.
O track GPS pode ser encontrado aqui, ou na pasta Tracks GPS aqui do meu blog.
À descoberta é como quem diz, porque modéstia à parte, eu até que conheço bastante bem a zona, mas fui à procura de um novo encadeamento e dar a conhecer os trilhos daquela zona aos meus dois companheiros de aventura.
Saímos cedinho para evitarmos o calor e ainda bem que o fizémos. É optimo pedalar ainda pela fresquinha nestes dias de verão.
| Na Quinta do Pisão, durante os primeiros quilómetros... |
Daí que foram de passagem obrigatória no nosso itinerário e razão de sobra para a Marta dizer mal das minhas escolhas de caminhos (ehehehehe).
Mas, como já referi anteriormente, a Quinta do Pisão vive essencialmente de estradões bem mantidos, de gravilha fina e cinzenta, criando uma rede de caminhos que nos podem levar a todo o lado.
Estes permitem, em determinadas zonas, retratos e enquadramentos absolutamente fantásticos, com vistas de fazer inveja a muitas zonas dos Pirinéus...
| Nos tranquilos trilhos da Quinta do Pisão... |
| Nos tranquilos trilhos da Quinta do Pisão... |
| Uma zona que não me canso de visitar e fotografar... |
Desde que mudou de bike e entrou no mundo das biciletas de montanha de suspensão total que a sua pilotagem está muito mais segura e fluída, e percorre os mesmos trilhos que dantes fazia "sujando a cueca" com um muito maior á vontade e subtileza.
| Trilhos fantásticos e sempre divertidos... |
Tem evoluído bastante no que refere a tranquilidade com que encara os vários desafios, como os pedais de encaixe que não mais largou desde trocou para os meus antigos Candy. Já gere melhor o cansaço e a força nas perninhas começa a aparecer.
Continua a barafustar com as pedras no chão (!) é verdade, mas já passa por elas com muito mais facilidade e finésse! Perfect, perfect.
Durante a nossa incursão aos trilhos desta zona tirámos a foto de grupo, ou mini grupo, como lhe queiram chamar!
| Foto do Trio na Quinta do Pisão... |
Mais relaxada e pacífica de se fazer do que qualquer outra das variáveis possíveis. Mais também é a mais longa que podemos encontrar.
| Marta a esmagar os pedais e sempre cheia de estilo... |
| O Nunes a aproveitar para um descanso... |
| A subir para os Capuchos.... |
| Durante a subida para os Capuchos... |
O "Trilho dos Gnomos", como eu lhe chamo, é disso um belo exemplo. Este trilho percorre uma zona que já foi de uma beleza ímpar, cheia de fetos frondosos e sempre verdejantes, terrívelmente húmida e com uma atmosfera tão própria que tinha que ser sentida. Um micro clima dentro de um micro clima. Com uma força espiritual inexplicável e um local tão puro e antigo como algumas das mais velhas pedras que povoam a serra.
A totalidade do carreiro de pé-posto que existia foi rasgada por máquinas de corte e transporte de madeira e pelos homens que as trabalham. O corte desenfreado e mal estruturado de Acácias e Eucaliptos levou à quase total destruição deste pequeno espaço. Felizmente que a Natureza está lentamente a conseguir novamente tomar conta daquilo que é dela e nós podemos ter novamente o privilégio de usufruir dessas paisagens e desses momentos de pura comunhão com a Natureza.
| Sintra com os seus trilhos e single-tracks sempre espectaculares... |
| Marta em acção no Trilho Maravilha... |
A descida é grande, mas divertida.
A par com a gravidade vamos direitos à antiga fábrica de águas, com passagem pelo antigo Caminho do Moinho Velho e sempre a descer acabamos na pequena e estreita povoação do Penedo.
| A subir para a povoação de Penedo... |
Assim aconteceu a descoberta de mais um grande single-track, que nos transportou até muito perto da vila da Ulgueira. Um trilho que nos levou através de uma pequena viagem ao desconhecido e a algumas feridas devido às enormes silvas que teimam em tomar conta do carreiro.
| Da povoação do Penedo até à Ulgueira, por trilhos novos... |
| Algumas silvas, mas não foi por isso que foi menos divertido... |
A subida foi feita por estrada, desde a pequenissima povoação do Pé da Serra, até ao cruzamento dos Capuchos. Desde aí, tomámos a descida maior e que vai dar directo à barragem, onde tinhamos os carros.
| A descer novamente para a Barragem do Rio da Mula, onde tinhamos o carro estacionado... |
| Já mesmo no final do passeio a passar pela quase seca Barragem do Rio da Mula... |
Passar um bom bocado, treinar mais um bocadinho e sobretudo divertirmo-nos a fazer algo que todos gostamos!
Ainda assim, cumprimos uns belos 45kms com +/- 850m D+
A galeria completa de fotos pode ser vista a partir deste link.
O track GPS pode ser encontrado aqui, ou na pasta Tracks GPS aqui do meu blog.
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